´Sou é a favor da pedofilia´, diz vereador em votação de projeto sobre violência sexual

Tocantins

Vereador disse que se expressou mal (Foto: Reprodução)

A fala de um parlamentar durante uma reunião da Comissão de Constituição e Justiça da Câmara de Vereadores de Palmas tem causado polêmica. O grupo estava votando a criação da Semana de Combate à Violência e Abuso Sexual contra Crianças e Adolescentes, mas de repente um dos microfones do plenário vazou a seguinte fala: “eu sou é a favor da pedofilia”. Veja abaixo.

A fala é do vereador Lúcio Campelo (PR). Durante entrevista à TV Anhanguera ele comentou o que disse na sessão. “Eu quis antecipar meu voto e fiz a fala errada. Assumo que fiz a fala errada. Quero pedir minhas escusas à sociedade palmense porque isso não é do meu caráter e do meu comportamento […] De fato, houve uma fala equivocada. Se tiver preço a gente tem que assumir e pagar”, afirmou.

Nenhum dos parlamentares que estavam na reunião se manifestou sobre o que foi dito. Participavam da sessão os vereadores Diogo Fernandes (PSD), Tiago Andrino (PSB), Major Negreiros (PSB), que estavam na mesa diretora, e Lúcio Campelo (PR). O vereador Rogério Freitas (MDB) também faz parte da comissão, mas não aparece no vídeo.

Apesar da fala do vereador que afirma ser favorável à pedofilia, o projeto que institui a Semana de Combate à Violência e Abuso Sexual contra Crianças e Adolescentes foi aprovado por unanimidade.

Outra polêmica

Essa não é a primeira polêmica envolvendo os vereadores de Palmas. Em julho deste ano os vereadores aprovaram a mudança do nome de uma creche que se chamava Arco-íris. O pedido foi feito por um vereador porque o Arco-íris “apesar de ser um símbolo do cristianismo, também é usado para promoção do homossexualismo”.

Na época, o vereador Filipe Martins (PSC) afirmou que pediu a mudança do nome após ser procurado por moradores de uma quadra de Palmas para homenagear Romilda Budke Guarda, que foi pioneira na região norte da cidade. Ainda segundo ele, o nome fazia referência a uma única bandeira, mas a administração pública não pode privilegiar nenhum grupo em detrimento dos demais.

Fonte Site Miséria

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