Polícia Civil de Icó prende segundo envolvido na morte de vaqueiro no município

Mandado de prisão

"Poroca" foi preso no dia 6 de novembro do ano passado e está no presídio de Patos (Reprodução/Richard Lopes)

Uma investigação da 17ª Delegacia Regional de Polícia Civil de Icó, capitaneada pelo delegado Glauber Ferreira, resultou na prisão do segundo suspeito, envolvido na morte do vaqueiro Feneudo Correia Paulino, que tinha 35 anos, morto a tiros às 5h40 do dia 20 de maio de 2020, depois de reagir a um assalto.

De acordo com o que foi apurado pela Polícia, naquele dia, o vaqueiro Feneudo tinha saído do curral no Sítio Poço da Pedra, distrito de Lima Campos, e ao perceber que seria assaltado, por uma dupla em uma motocicleta Biz roubada, travou luta corporal com os criminosos, sendo alvejado com 3 tiros; um no pescoço e dois no tórax, morrendo no local.

Segundo a Polícia, o objetivo da dupla era roubar a motocicleta Titan de cor vermelha do vaqueiro. A dupla fugiu após o delito sem nada levar da vítima. O crime revoltou a população icoense na época. As informações são do radialista Richard Lopes.

Um dos suspeitos do crime, Wildemberg Alves Pinheiro, 24 anos, conhecido como Poroca, meses depois foi preso ao ser baleado de forma misteriosa na cidade de Sousa, na Paraíba.

Poroca procurou atendimento médico no Hospital Regional de Patos, interior da Paraíba, e quando os policiais chegaram na unidade hospitalar descobriram que ele estava com prisão preventiva decretada da comarca de Luiz Gomes, interior do Rio Grande do Norte.

Ele foi preso no dia 6 de novembro do ano passado e está no presídio de Patos. Wildemberg, o Poroca, foi ouvido na Paraíba, pelo delegado de Icó Glauber Ferreira e confessou a participação na morte do vaqueiro, apontando o comparsa, Ismailton Elias Barbosa, de 26 anos, residente na localidade de Lajedo no município de Cedro.

Munido de mandado de prisão, os policiais civis de Icó conseguiram prender Ismailton Elias, que se encontra a disposição da Justiça. Em depoimento ao delegado Glauber Ferreira, Poroca disse que os disparos que ceifaram a vida do vaqueiro teriam partido do comparsa Ismailton.

Com o aprofundamento das investigações, o delegado Glauber Ferreira descobriu também que Ismailton estava ameaçando de morte o Poroca e a mãe dele, quando este deixasse a cadeia, pelo fato dele ter lhe delatado a Polícia.




Fonte Site Miséria
Texto João Boaventura Neto

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