Homem é morto a tiros em Granjeiro quando dormia em rede no alpendre de casa

Homicídio no Cariri

"Jorge de Carão" já foi preso em Granjeiro e Juazeiro do Norte (Reprodução/Redes sociais)

Três meses e três semanas depois um novo homicídio foi registrado no município de Granjeiro na região do Cariri. Por volta das 21 horas desta quarta-feira Jorge Luiz Viana, de 35 anos, o “Jorge de Carão”, foi morto a tiros por dois homens que fugiram numa moto Honda Bros de cor escura. Ele estava dormindo numa rede armada no alpendre de sua casa na Rua São José, perto da Igreja Matriz no centro da cidade, quando foi surpreendido pelos disparos.

O mesmo respondia procedimentos por crimes de ameaça, falsidade ideológica, porte de arma de fogo e tráfico de drogas. Em novembro de 2008 tinha apenas 24 anos quando proferiu ameaças contra Juarez Felix da Cunha Souza. Já em dezembro de 2015 passou a responder Inquérito Policial, instaurado na Delegacia de Caririaçu, por crimes de tentativa de estupro e lesão corporal leve contra duas irmãs. No dia 22 de janeiro de 2016 foi preso com uma faca após ameaçar uma criança perto do açude do Junco.

Já no dia 5 de janeiro de 2017 Jorge de Carão voltou a ser preso, porém em Juazeiro do Norte. Ele estava exibindo uma arma de fogo na Rua São Brás do bairro Vila Fátima. Nas averiguações no imóvel, os PMs encontraram um revólver calibre 38 com quatro cartuchos intactos, 25 gramas de cocaína e mais 20 gramas de maconha. Além de Jorge, foram levados à Delegacia de Polícia Civil José Bruno Nascimento dos Santos, então com 18, e Ana Paula Amaroto da Silva Veloso, de 33 anos, residentes na Vila Fátima.

Este foi o primeiro homicídio deste ano em Granjeiro ou a mesma quantidade em relação ao ano passado. O último tinha acontecido na manhã do dia 24 de dezembro quando o empresário e prefeito de Granjeiro, João Gregório Neto de 54 anos, o “João do Povo”, foi morto a tiros. Ele fazia cooper perto de sua casa na parede do Açude Junco quando foi surpreendido com os disparos efetuados por dois homens. Esse crime continua sob investigação e a polícia já não descarta mais a motivação política.




Fonte Site Miséria
Texto Demontier Tenório

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