Antes de serem médicos, acadêmicos são presos acusados de vender drogas em Juazeiro

Tráfico em Juazeiro

Pedro foi preso ao sair da Unileão e Samuel na sua residência no bairro Lagoa Seca (Foto: Reprodução/Redes Sociais)

Dois acadêmicos do curso de Medicina Veterinária da Universidade Leão Sampaio (Unileão) de Juazeiro do Norte foram presos na tarde desta quarta-feira e autuados em flagrante na 20ª Delegacia Regional de Polícia Civil. Pedro Henrique Moraes Sampaio e Samuel Barbalho Cavalcanti, ambos de 19 anos, vão responder por crime de tráfico de drogas após o cumprimento de mandado judicial executado por inspetores do Núcleo de Combate ao Tráfico de Drogas da 20ª DRPC.

O primeiro foi abordado pelos policiais civis logo após sair da Unileão e estava com uma mochila tendo certa quantidade de maconha. Já Samuel se encontrava na sua residência no bairro Lagoa Seca, onde os policiais apreenderam o restante da droga, além de balança digital e utensílios para o tráfico. A polícia já vinha levantando informações e diligenciando até representar judicialmente pela prisão preventiva de Pedro recebendo o aval da 1ª Vara Criminal da Comarca de Juazeiro.

Polícia Civil apreendeu boa quantidade de maconha em poder dos acadêmicos (Foto: Reprodução/Redes Sociais)

As investigações tiveram início com a prisão de uma jovem universitária do curso de Direito pelo mesmo motivo já neste mês. Segundo a polícia, os levantamentos apontaram que Pedro e Samuel eram os fornecedores das substâncias entorpecentes apreendidas com a garota. Existem informações que a dupla costumava se vangloriar da qualidade da droga que comercializava tanto no atacado quanto no varejo, principalmente junto a universitários de classe média alta a exemplo deles.

Os dois foram encaminhados a cadeia pública de Juazeiro e estão à disposição da justiça. O Delegado Regional, Juliano Marcula, destacou o trabalho do núcleo de combate ao tráfico de drogas e voltou a disponibilizar o fone/whatsapp (088) 9.9997.7275 para acolher denúncias relacionadas com o tráfico de drogas. Segundo ele, a fonte da denúncia será preservada.

Fonte Site Miséria
Texto Demontier Tenório

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