Acusado de estupro contra garota no Parque Ecológico de Juazeiro quase era linchado

Assaltante de taxistas

Paulo Ricardo já responde procedimento por assalto e formação de quadrilha (Foto: Reprodução)

O jovem Paulo Ricardo Alves de Matos, de 27 anos, que é apelidado por “Baiano”, foi transferido nesta segunda-feira para a cadeia pública de Juazeiro do Norte. No final da tarde do último sábado, o mesmo estava bebendo com uma garota de 23 anos no interior do Parque Ecológico das Timbaúbas quando a agarrou tentando praticar sexo com ela. A vítima alardeou no que foi ouvida e populares seguraram “Baiano” já quando tentava fugir pela Avenida Ednir Mendonça.

O acusado estava sendo espancado quando a polícia foi acionada e “Baiano” terminou socorrido para a UPA Limoeiro, a fim de receber atendimento ambulatorial. Nesta segunda-feira foi ouvido na Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) e recambiado para a cadeia após a instauração de Inquérito Policial por estupro. Ele já responde procedimentos por assaltos e formação de quadrilha. No dia 24 de julho de 2014 Baiano foi preso com Bruno Souza dos Santos e Thiago Freitas Moreira, o “Mutante”.

O trio foi acusado de assaltar sete taxistas e ter feito outras vítimas nas ruas, sendo que já vinha sendo monitorado desde o primeiro assalto a taxista na ExpoCrato daquele ano. Inicialmente, dois foram presos numa parada de ônibus na Avenida Padre Cícero em frente ao Cariri Garden Shopping, mas negaram o cometimento de crimes. Com novas averiguações, a dupla terminou confessando e delatando o terceiro comparsa.

Eles admitiram assaltos contra taxistas e, numa das residências, a polícia encontrou o celular de uma das vítimas e um capuz que usavam para cobrir o rosto quando anunciavam o assalto. Eles revelaram que havia um revezamento nas duplas para despistar a polícia e, na Delegacia de Polícia Civil de Juazeiro, esteve quatro dos sete taxistas assaltados os quais os reconheceram. Mesmo assim, o delegado plantonista de então não reconheceu o flagrante e colocou os três em liberdade após ouvi-los.

Fonte Site Miséria
Texto Demontier Tenório

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