Em Missão Velha, Dr. Lorin terá dificuldade para permanecer na disputa

Politica 2020

Foto: Divulgação

O enfraquecimento da oposição de Missão Velha, liderada pelos ex-prefeitos Gidalberto e Tardiny Pinheiro, parece encorajar o vice-prefeito Rosemberg Macedo, conhecido como Dr. Lorin. Na última semana, Dr. Lorin se colocou como líder de um grupo para disputar a próxima eleição. Lorin rompeu com o atual prefeito Diego Feitosa, ainda em 2017, e tenta se credenciar como principal nome da oposição ao ex-aliado.

A posição tem gerado críticas dentro da Câmara. O vereador Eduardo garante que Lorin não lidera a oposição e que a força oposicionista continua com o grupo de Gidalberto, que tem sete dos 13 vereadores. Lorin, teria apenas dois vereadores ao seu lado que, segundo informações, são fiéis ao ex-prefeito Washington Fechine. Lorin tenta se colocar no meio de uma disputa histórica travada pelos ex-prefeitos Gidalberto e Washington. Terá força?

Fama que pega

Ao acionar prematuramente o botão da disputa eleitoral de 2020, o vice-prefeito Dr. Lorin, atraiu para si os holofotes negativos da política. Ao assumir o papel de pré-candidato, o vice-prefeito dificulta o debate na formação do novo grupo, já que, sobra apenas a vaga de vice e vereadores. Além disso, Lorin deve entrar na “linha de tiro” dos grupos liderados pelos ex-prefeitos Gidalberto e Washington.

Os grupo perguntam: se Lorin rompeu, porque não renunciou ao cargo de vice? Ele continua recebendo salário pelo cargo que não exerce. Outro fator que ganha as ruas é a fama de traidor que, vale salientar, a política não perdoa. Lorin é questionado porque rompeu tão cedo com quem jurou ‘amor’ eterno na eleição. Ou seja, o desafio do vice-prefeito Lorin é dos maiores; há quem aposte que ele não chegue vivo politicamente na eleição.
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Texto Madson Vagner

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